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Tesouro Direto: o primo bem-sucedido da Poupança

Tesouro Direto

Você sabia que o Tesouro Direto é o investimento mais seguro do Brasil? E que é possível investir a parti r de R$ 30? 😱💰

E ainda tem opções para curto, médio e longo prazo, com possibilidade de resgate imediato!

Ele é o “primo bem-sucedido” da poupança, por ter muita segurança, acessibilidade, facilidade e, claro rentabilidade maior.

Tudo que a poupança sonhou em ser e não conseguiu. 😂

Ou seja, não tem mais desculpas para continuar “investindo” na Poupança! 😜

O que é o Tesouro Direto

Segundo o site oficial, a definição é a seguinte:

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a BM&F Bovespa (atual B3) para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet.

Em outras palavras, é uma plataforma por meio da qual qualquer pessoa pode investir em títulos da dívida pública.

Isso significa que você está emprestando dinheiro ao Governo Federal e ele, após o período definido, vai devolver seu dinheiro, corrigido por uma taxa de juros determinada na hora da compra do título.

O Tesouro Direto é um dos mais tradicionais e conhecidos investimentos de Renda Fixa.

É importante dizer que a rentabilidade no Tesouro Direto é diária, ao contrário da poupança, que rende apenas no aniversário, mensalmente.

É seguro investir no Tesouro Direto?

Você talvez esteja se perguntando:

“Mas é seguro e confiável emprestar dinheiro ao Governo? E se ele der calote?!” 😱

O risco existe, claro. Mas é o menor, se comparado ao risco de TODOS os outros investimentos nacionais.

Isso porque, se o Governo Federal quebrar, significa que praticamente tudo no Brasil já quebrou antes dele.

E isso inclui a Poupança, que muita gente acha que é super segura.

Sim, investir no Tesouro Direto é muito mais seguro que investir na Poupança.

Isso porque a poupança é gerida por um banco (público ou privado), enquanto o Tesouro pertence ao Governo.

Se quiser entender melhor se o Tesouro Direto é seguro, veja este vídeo.

Tesouro Direto e Tesouro Nacional

É muito comum ouvirmos que uma pessoa vai “investir no Tesouro Direto”.

Apesar de muitas pessoas falarem assim, a expressão, tecnicamente, está errada.

Isso porque o Tesouro Direto é uma plataforma pela qual investimos em títulos públicos, pertencentes ao Tesouro Nacional.

Ninguém fala “vou investir no banco” ou “vou investir na corretora”, certo?

Ou seja, o certo seria dizer “investir em títulos públicos, por meio do Tesouro Direto”.

Mas não se preocupe muito com isso. É só um detalhe conceitual e, na prática, costuma-se dizer “investir no Tesouro Direto“.

Como investir no Tesouro Direto

Para investir no Tesouro Direto você precisa ter uma conta em uma corretora de valores.

Muitas corretoras não cobram taxas para investir no Tesouro Direto.

Você pode encontrar uma lista das corretoras habilitadas no site do Tesouro Direto.

Uma das colunas da tabela diz se a corretora é um Agente Integrado. Caso afirmativo, significa que o sistema dela é integrado com o do Tesouro.

Ou seja, você pode investir nos títulos diretamente pelo site da corretora, que geralmente é mais simples e intuitivo que fazer isso pelo site do tesouro.

Para aprender passo a passo como sair da poupança e investir no Tesouro Direto, veja este artigo.

O que são os Títulos Públicos

Essa é uma dúvida muito comum de quem está começando.

Um título público nada mais é que uma espécie de “cheque” ou “nota promissória” emitida pelo Governo Federal.

Ele vende esse título para ter dinheiro para pagar suas dívidas. Ou seja, quem compra está emprestando dinheiro ao Governo.

O título significa que o Governo tem a obrigação de devolver o dinheiro, corrigido com juros, a quem comprá-lo, após um determinado período.

Imagine que um título é um bolo, vendido em uma confeitaria.

Você pode comprar o bolo inteiro ou apenas uma fatia dele, certo? O mesmo acontece com títulos públicos.

Se você quiser comprar o bolo inteiro, terá que pagar o preço do bolo inteiro.

No caso de títulos públicos, para comprar uma unidade inteira, você pagará o Preço Unitário.

Mas você pode comprar uma fração do título público, assim como pode comprar uma fatia do bolo na confeitaria.

Nesse caso, você pagará apenas a fração comprada. No caso do Tesouro Selic, por exemplo, você pode comprar uma fração a partir de 0,1 do título.

Ou seja, se o Preço Unitário estiver em R$ 9.890,00, você poderá comprar 0,1 pelo valor de R$ 98,90.

O Preço Unitário varia a mercado. Por isso o valor mínimo a ser investido também oscila, mas está sempre em torno de R$ 90 a R$ 100, no caso do Tesouro Selic.

Em outras palavras, o valor do bolo pode variar, dependendo da oscilação dos preços dos ingredientes. Mas, mesmo pagando valores diferentes, em dias distintos, continuam sendo fatias do mesmo bolo. 😉

Títulos disponíveis no Tesouro Direto

O Tesouro Direto permite que você invista em 3 tipos de títulos. São eles:

  • Tesouro Selic
  • Tesouro IPCA ou Tesouro Inflação
  • Tesouro Prefixado

É importante conhecer cada um deles, para saber qual é ideal para cada objetivo de investimento.

Tesouro Selic

O Tesouro Selic é o queridinho dos investidores iniciantes.

Essa é a principal alternativa à poupança, por permitir resgate a qualquer momento, sem risco de perda de dinheiro.

A rentabilidade do Tesouro Selic é indexada à Taxa Selic, a taba básica de juros do Brasil.

Este título garante ao investidor o retorno de 100% da taxa Selic, o que praticamente equivale a 100% do CDI, que é obtido em muitos CDBs de liquidez diária.

Outra vantagem do Tesouro Selic é a baixa volatilidade. Então, se você solicitar o resgate antes do vencimento, você geralmente não perde dinheiro.

Uma das características principais desta categoria é que ele sempre rende de forma positiva, ou seja, o seu dinheiro cresce constantemente.

Tesouro IPCA ou Tesouro Inflação

Os títulos do Tesouro IPCA podem ser classificados como híbridos, pois a taxa de rentabilidade é constituída por uma parte fixa e uma variável.

A parte variável é o próprio IPCA, que dá nome ao título. A parte fixa é um percentual extra, como 5%, por exemplo.

Você terá certeza de que o valor investido irá rende de forma fixa os 5%. Como o IPCA está sujeito a variações ao longo do tempo, há momentos em que você receberá mais, em outros menos.

Por exemplo, se a inflação no ano for de 4%, no caso anterior você receberá 5% + 4%, ou seja, 9% ao ano.

Existe o Tesouro IPCA com Juros Semestrais. Se seu objetivo for viver de renda, essa é uma boa alternativa. Mas você irá abrir mão do poder dos juros compostos

O Tesouro IPCA oferece ganho real, ou seja, você ganha sempre acima da inflação.

Por esse motivo, esse título é ideal para proteger o dinheiro da desvalorização e manter o poder de compra no futuro.

É uma ótima opção para diversificar uma carteira de investimentos com objetivo de aposentadoria.

Tesouro Prefixado

Este tipo de título possui uma taxa fixa de rentabilidade, como, por exemplo, 13% ao ano.

Dessa forma, você irá receber os 13% durante todos os anos até o final do período, ou seja, até a data de vencimento do título.

Os títulos prefixados são aconselhados para quem acredita que os juros da Economia irão cair no futuro.

Por exemplo, se a taxa de juros atual for de 8% ao ano e você acreditar que ela vai cair para, por exemplo, 6%, vale a pena investir em um título prefixado de 8% ou mais.

Esse título também é recomendado quando você pretende investir hoje para atingir um determinado valor até um determinado período, para realizar uma viagem, por exemplo.

Com a taxa de rendimento fixa, no momento da compra, você já sabe exatamente o quanto irá resgatar no futuro.

Aqui também existe a opção de receber juros semestrais.

Custos para investir no Tesouro Direto

Existem dois custos que sempre incidem sobre aplicações no Tesouro Direto: a taxa de custódia da B3 e o velho Imposto de Renda.

A taxa de custódia da B3 (antiga BM&FBovespa) é de 0,25% ao ano sobre o valor bruto investido (até 2018, era 0,3% ao ano). Esse percentual se refere a serviços de guarda dos papéis.

As corretoras podem ou não cobrar uma outra taxa (chamada taxa do agente de custódia) dos investidores para operações com títulos públicos. Porém existe muitas corretoras ótimas que não cobram taxas para aplicar em títulos do Tesouro Direto.

Neste link oficial você pode encontrar a lista das corretoras habilitadas e integradas ao Tesouro Direto. Na tabela também constam as corretoras que não cobram taxas para investir.

Vale ressaltar que TODAS as corretoras vão cobrar a taxa de 0,25% da B3, mesmo que ela [a corretora] não cobre taxas. Não há como fugir da taxa de custódia da B3.

O outro custo é o velho Imposto de Renda, que segue a tabela regressiva de tributação, descrita a seguir:

  • Até 180 dias = alíquota de 22,5%
  • De 181 a 360 dias = alíquota de 20%
  • De 361 a 720 dias = alíquota de 17,5%
  • Acima de 720 dias = alíquota de 15%

Existe, também, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Mas ele só incide em resgates realizados antes de 30 dias.

A alíquota do IOF é regressiva, conforme esta tabela:

Dias % Dias % Dias %
1 96 11 63 21 30
2 93 12 60 22 26
3 90 13 56 23 23
4 86 14 53 24 20
5 83 15 50 25 16
6 80 16 46 26 13
7 76 17 43 27 10
8 73 18 40 28 6
9 70 19 36 29 3
10 66 20 33 30 0

Vantagens do Tesouro Direto

  • Facilidade: é fácil e simples investir em títulos. Basta ter uma conta em uma corretora de valores;
  • Segurança: os títulos são emitidos pelo Governo Federal, órgão máximo do País;
  • Rentabilidade: os títulos apresentam boa rentabilidade dentre as opções de Renda Fixa;
  • Liquidez: é possível vender seus títulos e resgatar seu dinheiro em qualquer dia útil;
  • Acessibilidade: é muito acessível investir em títulos pelo Tesouro Direto, com valores a partir de R$ 30.

Desvantagens do Tesouro Direto

  • Taxa de custódia da B3: a cobrança de 0,25% ao ano, cobrada pela B3;
  • Imposto de Renda: existe incidência de Imposto de Renda

Vale lembrar que, mesmo com cobrança de taxa e impostos, o Tesouro Direto rende mais que a poupança.

Conclusão

O Tesouro Direto é uma ótima opção investimento em Renda Fixa. Existem opções para curto, médio e longo prazos.

Se você ainda está na Poupança, migrar para o Tesouro Selic é a primeira alternativa, e também a mais simples. Esse é um investimento de curto prazo seguro e sem risco de oscilações.

Caso tenha um plano de médio prazo, como uma viagem, um curso etc, o Tesouro Prefixado pode se encaixar na sua situação.

E se tiver planos de longo prazo, como aposentadoria, pode aplicar no Tesouro IPCA, que garante sempre rentabilidade real (acima da inflação).

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